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Nós e o Pentecostes

jun 1, 2022Palavra Episcopal

Atos 2.1-4

No primeiro domingo desse mês de junho celebramos o dia do Pentecostes. Por isso quero convidar você a olhar para a história que aconteceu no Cenáculo, em Jerusalém, 2.000 anos atrás, no primeiro pentecoste da era cristã. Precisamos hoje daquilo que os primeiros discípulos experimentaram. E o que eles experimentaram?

  1. Eles haviam recebido uma promessa:

Jesus havia prometido aos discípulos em Lucas 24.46-49: “Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai, permanecei, pois, na cidade, até que do alto, sejais revestidos de poder”.

Deus cumpre suas promessas. Quando Ele diz que vai fazer algo, Ele faz! Em II Pedro 3.9 o apóstolo diz que Deus “Não retarda as suas promessas”.

Os discípulos não estavam reunidos no Cenáculo por acaso. Eles estavam lá porque Jesus havia prometido que derramaria do Espírito.

  1. Eles tinham disposição para orar e clamar juntos:

Atos 2.1 nos diz que “eles estavam reunidos unânimes no mesmo lugar”.

A palavra grega para reunidos unânimes é a palavra “homothumadon”. Esse termo manifesta o fato de que suas mentes; pensamentos e desejos estavam concentrados em um só objetivo. Essa mesma palavra grega é usada em Atos 1.14 onde lemos que: “todos eles perseveravam UNÂNIMES em oração e súplica”. Os discípulos esqueceram as suas briguinhas a respeito de quem era o maior entre eles. Esqueceram suas diferenças e ficaram UNÂNIMES focando naquilo que Deus iria fazer.

  1. Eles tinham um compromisso pessoal:

Quando Jesus foi assunto ao céu havia 500 pessoas no momento que ele disse que eles deveriam esperar em Jerusalém pela promessa de Jesus (Atos 1.4). Mas quando a promessa se cumpriu havia apenas 120 pessoas cenáculo. Aparentemente 380 delas escolheram não fazer o compromisso pessoal necessário para testemunhar a ação poderosa de Deus.

Cada um dos discípulos no Cenáculo havia feito um compromisso pessoal. Talvez seja por isso que Lucas escreveu que quando apareceram as línguas como que de fogo, POUSOU UMA SOBRE CADA UM DELES.

  1. Eles receberam o que havia sido prometido: a provisão necessária para a missão:

Deus havia prometido que ele enviaria outro confortador. Eles se reuniram UNÂNIMES, e a provisão foi enviada. Deus não faz qualquer promessa que ele não tenha a intenção de cumprir.

Eu creio que precisamos outra experiência de Pentecostes. Eu creio que precisamos nos reunir UNANIMEMENTE buscando a Deus. Que seja assim com a nossa amada Igreja Metodista! Um povo avivado, servindo ao Senhor com alegria e testemunhando o evangelho no poder do Espírito Santo, manifesto tão claramente no dia de Pentecostes!

Bispo João Carlos

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