Data de postagem: 30/05/2018 18:14:18

Paixão e Autodoação

Mateus 9.36 - 38

Certo pregador perguntou a William Charles Macready (um ator Inglês no século 19): "Você pode me explicar uma coisa? Por que é que milhões de pessoas param toda noite para ver e ouvir você falar sobre as suas ficções enquanto poucas pessoas param para me ouvir quando eu prego sobre a verdade imutável e essencial para a vida humana?".

Macready respondeu: "Isso é muito simples. Eu posso lhe explicar a diferença: Eu apresento as ficções como se fossem verdade. E você apresenta a verdade como se fosse ficção".
A diferença entre eles era possivelmente a convicção e a paixão com a qual eles realizavam o seu trabalho.

Quando Dwight Moody estava em Londres fazendo uma das suas cruzadas evangelísticas, vários pastores britânicos vieram visita-lo no hotel. Eles queriam saber como e por que aquele americano com pouco estudo era tão eficaz no sentido de ganhar milhares de vidas para Cristo.

Moody então pediu que eles se aproximassem da janela do quarto do hotel e perguntou a cada um deles: "O que você vê ali no parque em frente ao hotel?" Cada um descreveu o que via: uma criança correndo atrás de uma bola; um casal sentado namorando; um vendedor ambulante; um grupo de rapazes jogando bola; uma família fazendo piquenique. Então Moody olhou na janela com lagrimas nos olhos. Um dos pastores perguntou a ele: "O que você está vendo?" Moody respondeu: "Eu vejo centenas de vidas que passarão a eternidade no inferno se não tiverem um encontro com o salvador".

Moody via vidas se perdendo onde aqueles pastores viam apenas pessoas se divertindo em um parque. Moody encarava a vida com uma agenda e uma missão diferente. Moody encarava a vida e as pessoas com paixão e assim estava disposto a assumir sacrifícios por elas.

O que é que faz com que nos entreguemos totalmente. Qual a nossa grande paixão? Enquanto meditamos nessas perguntas, lembremo-nos do que está escrito em Mateus 9.36-38: "Vendo (Jesus) as multidões, compadeceu-se delas porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara".

Grande abraço,

Bispo João Carlos

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