Data de postagem: 29/04/2017 10:02:41

Um Ministério Sacrificial

"Eu de muito boa vontade gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas. Se mais abundantemente vos amo, serei menos amado?" (II Coríntios 12.15).

Apesar da dureza de coração dos coríntios, Paulo não desistia de seu ministério entre eles. Paulo estava disposto a sacrificar-se pelos coríntios e a ama-los mesmo quando eles recusavam-se a corresponder ao seu amor. O apóstolo recusava-se a permitir que a relutância por parte dos coríntios limitasse seu serviço.

O modelo ministerial de Paulo, espelhado no ministério de Jesus nos ajuda a refletir a respeito do nosso próprio ministério e nosso relacionamento com o rebanho sobre o qual Deus nos colocou como pastores e pastoras.

Matthew Henry comenta: "se outros negligenciam seu dever para conosco, isso não significa necessariamente que devamos negligenciar nosso dever para eles".
Se nosso cônjuge não corresponde ao nosso afeto como devem, isto não nos dá licença para negligenciar nosso afeto para ele ou ela. Se nossos filhos endurecem seus corações e nos desobedecem, isso não nos dá liberdade para abandona-los.
Somos desafiados a amar mesmo quando não somos amados. Como Paulo, não devemos buscar apenas aquilo que nos deixa confortáveis. Somos desafiados a exercer nosso ministério para servir aos outros e, em última instância, para a glória de Deus.

Este tipo de atitude centrada em Deus é rara e, sejamos honestos, é difícil. É contra nossa natureza amar aqueles que não nos amam, servir aqueles que não reconhecem nossos esforços, buscar o interesse de outros antes dos nossos próprios interesses. Entretanto, sejamos nós pastor ou pastora; marido ou mulher; pai ou mãe; amigo ou amiga seja qual for nossa relação com os outros, este deve ser o nosso alvo (Filipenses 2:1-4).

Buscando esse alvo tornamo-nos melhores testemunha de Jesus que renunciou a tudo para que nós tivéssemos vida. E glorificamos a Deus que ?nos amou quando éramos ainda pecadores?.

Tenha um abençoado mês de maio!

Bispo João Carlos


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