Data de postagem: 31/03/2015 09:47:23

Não sejas incrédulo, mas crente!

"Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o meu dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram" (João 20.24-29).

Baseado na passagem acima, o apóstolo Tomé entrou para a história como o discípulo duvidoso. Penso, porém, que na verdade Tomé, naqueles dias, experimentava uma busca honesta, já que, ?oito dias depois? da ressurreição ele ainda estava junto com os discípulos.

Conforme o texto acima, mesmo as portas estando fechadas, Jesus apresentou-se no meio deles e deu uma palavra de segurança para todos os discípulos: "paz esteja convosco". E só depois dessa palavra de segurança é que a atenção de Jesus se voltou para Tomé.

Não sabemos como, mas Jesus tinha consciência de que anteriormente Tomé havia manifestado dúvida a respeito de sua ressurreição. Jesus não se incomoda com isso, ao invés disso, procura se relacionar com Tomé começando no ponto da sua necessidade: ?Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente?.

O texto não diz que Tomé tocou Jesus naquele momento. Aparentemente, para Tomé, a poderosa evidencia visual foi suficiente. Ele responde enfaticamente: "Senhor meu e Deus meu".
Em outra ocasião Jesus foi reconhecido quando ele estendeu suas mãos para partir o pão junto com dois dos seus discípulos (Lucas 24.35).
De fato, os sinais dos cravos, eram, são e serão para sempre a mais forte lembrança do preço pago para a nossa redenção.

E no texto acima Jesus apresente uma palavra maravilhosa de segurança para todos que, em todas as gerações, creem sem o benefício de ter testemunhado os fatos: "Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram".

Nesse período de páscoa quero reafirmar: "EU CREIO!"

Tenha uma excelente páscoa,

Bispo João Carlos

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