Data de postagem: 30/05/2014 19:55:59

Não necessitamos de “Fabulas Artificialmente Compostas”

“Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2Pedro 1.16)

Todos nós já recebemos e-mails falsos prometendo prêmios; entradas gratuitas; dinheiro fácil; promoções; etc. A farsa da maioria desses e-mails é facilmente perceptível. Alguns, entretanto, parecem de fato verdadeiros. Eles trazem uma “história artificialmente compostas” que nos deixam em dúvida.
No texto acima o apóstolo Pedro declara que não seguiu “fabulas artificialmente inventadas” quando anunciou o poder e a volta de Jesus. Pedro continua “nós mesmos somos testemunhas da sua majestade”.
Pedro havia testemunhado tremendos momentos da vida de Jesus. Aqueles momentos expressavam verdades profundas a respeito do evangelho e do Reino de Deus. Por isso Pedro decidiu que se esforçaria ao máximo para que, depois de sua partida dessa vida, seus leitores não se esquecessem das histórias e os ensinos essenciais que ele havia compartilhado: “Mas também eu procurarei em toda a ocasião que depois da minha morte tenhais lembrança destas coisas” (1:15). Pedro desejava que seu fruto permanecesse, no verdadeiro espírito do discipulado.
O apóstolo não se importava em ser chamado de “repetitivo”: “Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade” (1:12). Ele queria reforçar aquelas importantes verdades (baseadas em fatos e não em teorias) que manteria seus discípulos firmados em sua fé em Jesus.
Pedro é um maravilhoso exemplo para nós de que, quando estamos realmente convictos e apaixonados por aquilo que pregamos; quando nossa experiência é legítima e verdadeira, passamos a desejar, de todo coração, que aqueles/as que nos ouvem possam de fato entender e crer na mensagem que anunciamos. Essa mensagem tem firme fundamento na história. Não é baseada em “fabulas artificialmente compostas”.
Enquanto escrevo essa meditação, lembro-me do hino que afirma:
Da Igreja o fundamento é Cristo o Salvados;
Em seu poder descansa e é forte o seu amor.
Em Cristo bem firmada, segura sempre está;
E sobre a Rocha eterna, jamais se abalará.

Busquemos a continua renovação de nossa experiência com Cristo. Clamemos por discernimento espiritual para exercermos a nossa responsabilidade de ver; ouvir e transmitir a nossa fé àqueles/as que Deus colocou sob a nossa liderança.
Bispo João Carlos

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